Leucemia felina (felv), doença grave em gatos

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Autor: Paradais Sphynx Deja un comentario

nesta página sobre gatos

  • 1.3.1 Afecciones não tumorales
  • 1.3.2 Afecciones tumorales
  • 1.5.1 Mais informações sobre gatos, água, cuidados…

A leucemia felina (VLFe, FeLV) é uma doença rara, mas muito grave, produzida por um retrovírus e tem capacidade cobre (capacidade de produzir tumores). Está distribuída mundialmente e infecta uma média entre 3 a 20% de gatos, de acordo com sua localização geográfica.

Epidemiologia (contágio)

A transmissão pelo vírus da leucemia felina requer um contato direto e estreito entre os gatos. Geralmente é oronasal, mas também pode se infectar por meio de urina ou de leite. A transmissão parenteral (lutas) e venérea pode ocorrer, mas não é frequente. É comum em gatos do exterior, que vivem em comunidade, se adotamos um gato recolhido da rua, é importante consultar o veterinário para que possam realizar as respectivas provas e saber o estado de saúde do animal.

Patologia

Contato direto oronasal e replicação a nível local. Muitos gatos conseguem rejeitar o vírus em resposta a uma boa imunidade celular; em outros, o vírus causa uma viremia transitória (chega de sangue), mas também conseguem combatê-lo. Finalmente, em um determinado números de gatos, o vírus no sangue atinge o sistema linfático e o baço, no entanto, também é possível que se consiga eliminar.

Se não for recusado, o vírus vai atingir a medula óssea e, geralmente, fica latente. O problema é que o gato pode ir eliminando o vírus de forma contínua. No caso de que não se presente de forma latente, pode multiplicar-se e originar uma viremia persistente.

Sintomas da leucemia felina

A maioria dos felinos que contraem a doença sofrem de uma infecção silenciosa, aparentemente, têm boa saúde, mas podem estar revestimento de vírus. Se os sinais clínicos podem ser: afecções não tumorais (85%) ou afecções tumorais (15%).

Afecções não tumorais

  • Consequência da imunodeficiência (50%).
  • Se observa em gatos infectados crônicos.
  • São mais sensíveis a muitas doenças:

– Virais: rinotraqueitis, PIF…
– Bacterianas: gengivite, pneumonia, piodermas…
– Parasitárias: toxoplasmose.

  • Em gatinhos infectados a tenra idade podem desenvolver síndrome com:

– Letargia.
– Atrofia de timo e de estruturas linfóides.
– Lymphopenia.
– Incompetência imunológica.
– Anemia (25%).

  • Outras doenças:

– Glomerulonefritis.
– Poliartrite.
– Uveíte.
– Ataxia, anormalidades na pupila…
– Abortos, infertilidade…

Afecções tumorais

  • Linfosarcomas (tumores muito agressivos).
  • Leucemia, com menor freqüência.

Diagnóstico

O diagnóstico deve ser feito por confirmação laboratorial. Não há tratamento específico contra esta infecção viral. Além disso, o tratamento sintomático não elimina o perigo de contágio.

O melhor meio para prevenir a doença é manter um controle de saúde por parte do veterinário de escolha que nos aconselhará sobre:

– Detecção de gatos infectados.
– Medidas de isolamento e desinfecção.
– Vacinação.