Calicivírus Felino (FCV)

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Autor: Estefany Branco. Veterinária, zootecnista Deja un comentario

nesta página sobre gatos

  • 2.1 Infecção aguda
  • 2.2 Infecção crônica
  • 5.1 Mais informações sobre gatos, água, cuidados…

Um dos vírus que mais afetam os gatos domésticos e que devemos ter muito em conta é o calicivirus felino, que prejudica de forma grave das vias respiratórias altas. Este vírus chega a atacar consideravelmente altas porcentagens de gatos, sejam eles saudáveis ou doentes, que podem viver sozinhos ou em pequenas comunidades, pois possui uma alta capacidade de mutação constante, pelo que há uma grande quantidade de variedades e, em si, não se conhece exatamente todas.

As análises veterinárias, vacinas podem prevenir a doença; além disso, se observam sinais aparentes de calicivirus felino é de suma importância que o proprietário procure a sua clínica veterinária para os efeitos de explorar exaustivamente o felino.

Causas e contágio, como se transmite?

Existem diversas formas de que o gato infectado por calicivirus felino, entre as quais podemos citar a transmissão direta de gato para gato, em que um dos gatos será o foco de infecção para o outro que está saudável e não está infectado. Esta forma de transmissão é observada mais comumente em maternidades e comunidades de gatos.

Outra forma de infecção por calicivirus felino é através fómites ou objetos inanimados, que agem como vetores, devido a que o vírus apresenta uma resistência muito alta no meio ambiente, permanecendo até mesmo por semanas em tais itens, por isso é necessário fazer uma desinfecção destes com desinfetantes de uso comum, como hipoclorito de sódio para que o vírus seja destruído.

Os portadores crônicos também serão outra causa do contágio da infecção por calicivirus felino, já que, embora cerca de metade deles, durante o período de duas a três meses, eles deixam de expulsar o vírus e infectar mais felinos, uma pequena percentagem de gatos continuam a ser portadores e transmissores do vírus durante toda a sua vida. O vírus se encontrar ao nível da faringe e pela qual continua crescendo, sendo os portadores crônicos focos contínuos da infecção. Vários fatores são determinantes quanto à liberação de partículas virais e a quantidade de partículas libertadas através da saliva, entre os mais destacados são o tipo de cepa viral que está presente no organismo, doenças que já estão presentes ou que surgem a par com a mesma doença e que ataquem diretamente o sistema imune, como seria o caso do vírus da imuno deficiência felina, assim como o estado de imunidade que possua o gato.

Em conseqüência, depois de que o vírus tenha entrado no organismo do gato saudável, ele irá invadir o tecido linfóide e da faringe e pode se espalhar para outras partes do organismo, como os rins, linfonodos, pulmões, nariz, olhos, etc., Pelo que o vírus pode ser removido em partículas por meio de secreções oculares, orais e nasais. Outras consequências que tem a infecção do calicivirus felino são a necrose ou a destruição de células, que fazem com que apareçam úlceras e lesões consideradas típicas do quadro clínico, bem de repente, em infecções agudas, ou com aparência menos aparente e menos resposta a tratamentos em infecções crônicas.

Sinais ou sintomas do calicivirus felino

A infecção por calicivirus felino, como já estudamos anteriormente, normalmente se apresenta em duas formas, aguda e crônica.

Infecção aguda

Após a infecção por calicivirus felino começa o período de incubação, que dura aproximadamente de 2 a 10 dias, durante os quais se podem observar sinais mais comuns como:

  • Úlceras no nariz e cavidade oral, incluindo língua, com inflamação notado as gengivas, tais problemas produzirão um dor considerável e, portanto, o gato deixa de comer. As úlceras podem chegar a cicatrizar em média de 2,5 a 3 semanas.
  • condição a nível dos pulmões não é algo tão comum, mas cabe destacar que o estado imunológico em que se encontre o gato, a idade (dano mais severo em gatinhos jovens), o tipo de cepa viral e a complicação com doenças supracitadas serão determinante para que o vírus danifique o tecido pulmonar, causando uma inflamação específica dos alvéolos, com cutânea e líquido para eles, o que é conhecido como a pneumonia exudativa.
  • Ainda que estes não são sinais tão típicos da doença por calicivirus felino, foram identificados quadros de síndrome de reconhecer a doença e ou artrite em felinos, já que a disseminação sistêmica virulenta e a inflamação das articulações, como consequência do acúmulo de fluidos presentes nas mesmas, causam danos a nível de dívidas.
  • Outros sinais que chegam a se apresentar podem ser febre, acumulação de líquido no espaço da pele, úlceras nas pernas e cabeça, assim como tonalidade amarelada das mucosas e pele.

Infecção crônica

Os sinais são muito semelhantes à forma aguda, mas, ao contrário desta, como seu nome o indica, irão aparecendo pouco a pouco, sem ser tão evidentes como na apresentação aguda. Entre os quais vamos encontrar, principalmente:

  • Artrite, quebrar o intermitentes, afectando a una o’varias articulaciones.
  • Pirexia, vermelhidão, e inchaço das articulações, anorexia e depressão são vistos como sinais inaparentes da doença. Algumas literaturas mesmo mencionam que houve casos em que ao aplicar vacinas com vírus vivo modificado, se desenvolveram estes sinais.
  • É muito comum que os gatos que sofrem de inflamação crônica de boca e gengivas, têm 80% de probabilidade de estarem infectados por calicivirus felino. Apresentar úlceras na boca, o que causará uma salivação humana notável, mau hálito, dificuldade para comer e mastigar, cansaço excessivo e falta notável de apetite, como a falta de higiene do gato.

Diagnóstico do calicivirus felino

O diagnóstico do calicivirus felino se pode fazer, em muitas ocasiões, os próprios sinais clínicos presente na doença e também pela história clínica, devido a que as úlceras que aparecem, conjuntivite, febre e depressão são sinais característicos desta doença. Mas não se devem deixar de lado as infecções que se encontram apresentados no felino acima referidas, já que podem agravar claramente o quadro clínico, sendo seu diagnóstico de suma importância para resolvê-lo.

Se você tem gatos convivendo em comunidade, e em que as infecções são recorrentes a nível sistémico, ou se controlam depois de ter sido tratado por um tempo aproximado de 3 semanas, é muito importante que se faça um diagnóstico mais completo.

Um método bastante eficaz na hora de realizar o diagnóstico da doença por calicivirus felino será o isolamento viral, este consiste em coletar amostras de secreções nasais, oculares e de garganta com compressas para assegurar se o vírus está presente. Não se deve deixar de lado a possível existência de resultados falsos negativos, diminuindo a quantidade de vírus eliminado, a qual vai diminuindo à medida que o gato se recupera, uma vez que os gatos com doença crónica chegam a liberar partículas de este não apresentar alguma signología. Assim, um gato pode ser considerado saudável apenas se obteve 3 resultados negativos de ensaios efectuados.

Para detectar os componentes genéticos do vírus é utilizado o teste de PCR, que ajuda a identificar a cepa viral que está causando os sinais clínicos através de amostras de conjuntiva e mucosa oral, sangue, etc., O único inconveniente é que o RNA do vírus pode ser quebrado por ser instável, e podem apresentar resultados falsos negativos a enorme quantidade de diferentes cepas e gatos com doença crónica.

Tratamento do calicivirus felino

Quando um gato chega à consulta veterinária pela infecção de calicivirus felino, costuma estar desidratado e desnutrido, como consequência de todos os sinais clínicos citados acima, por isso é de suma importância que se comece a tratar com fluidoterapia, dessa forma é possível evitar que ocorram complicações.

O manejo adequado da dor com analgésicos e a inflamação com AINE’s são chaves para o tratamento dos sinais presentes nas mucosas mencionadas, usar estimulantes do apetite com dietas especiais que ajudem a deglutição do alimento, bem como mucolíticos ou também nebulizaciones serão de grande ajuda para o felino.

Os antibióticos podem ser necessários para prevenir complicações por infecções bacterianas, e devido a que o vírus é resistente ao meio ambiente, deve-se desinfetar com produtos como hipoclorito de sódio, já que o vírus apresenta resistência a desinfetantes de uso comum.

Em caso de artrite ou claudicação. o tratamento adequado é o uso de corticosteróides, condroprotectores e fármacos imunossupressores.

Em gatos com apresentação oral crônica deve-se realizar uma limpeza bucal adequada e de ser necessário retirar peças dentais para que o tratamento tenha uma resposta mais positiva.