Você bebês e gatos? Amigos… mas com cuidado

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Autor: Liberdade Garcia. Candidato a Doutor em Ciências Veterinárias Deixe um comentário

nesta página sobre gatos

  • 2.1 Toxoplasmose
  • 2.2 Alergias los gatos
  • 2.3 Rasguños y mordeduras
  • 3.1 Tudo começa antes da chegada do bebê ao lar.
  • 5.1 Mais informações sobre gatos, água, cuidados…

O prodígio de uma nova vida e com ela a chegada de um bebê na família implica mudanças importantes para os pais e para toda a família, tudo isso repercute na dinâmica do lar e, embora cheia de alegria, também é necessário preparar-se e, mais ainda, se você tem um gato, por essa razão, o nosso artigo de hoje trata de temas interessantes relacionados com os bebês e gatos.

Território e estabilidade fundamentais para um gato

Em artigos anteriores, nós enfatizamos os hábitos e a rotina dos gatos e de como são capazes de detectar e reagir perante os mínimos mudanças que ocorrem no lar, entre eles a chegada de um novo membro da família.

O gato pode se estressar e manifestar-se outras alterações no comportamento, porque vê ameaçada a sua estabilidade e o seu espaço, tanto emocional como físico. O manifesta de diferentes formas de acordo com o temperamento do gato, em alguns casos, dormir mais e se esconderá, mas em outras estará inquieto e agressivo, por isso é importante ter presente algumas questões que são relevantes para os bebês e gatos.

Possíveis riscos para o bebê, se vai conviver com um gato

Para o recém-nascido, a presença de um gato em sua casa leva trouxe alguns riscos, entre os fundamentais, encontram-se:

Toxoplasmose

Esta doença é causada por um protozoário: Toxoplasma gondii. As principais vias para a aquisição do mesmo é através de carnes cruas, frutas e vegetais, terra contaminada e por as mãos portadoras do mesmo.

O gato é portador definitivo deste microorganismo embora não apresente sintomas e excretada por suas fezes. Embora, como já manifestamos é pouco frequente em gatos domésticos que não saiam para o exterior.

Alergias a gatos

Este tema é muito atual e por sua importância foi abordado detalhadamente em um post anterior. Os resultados das pesquisas desenvolvidas nos últimos anos apontam que a presença de gatos desde as etapas mais precoces da vida da criança contribui para uma menor apresentação de problemas alérgicos e respiratórios.

Em contraposição, há evidências de que a saliva do gato é portadora de 18 substâncias antigênicas que podem ativar as alergias e mais ainda quando há uma base alérgica hereditária.

Arranhões e mordidas

Os afiados e longos dentes, assim como suas unhas podem causar mordidas e arranhões perigosos para todos, mas em especial para os pequenos, sua pele delicada e o desconhecimento do perigo, ao tratar o gato como um brinquedo.

Por outro lado, também podem ser potencialmente vias de transmissão de bactérias e parasitas, dando origem a infecções locais e respostas inflamatórias.

Como atenuar os riscos da convivência bebês e gatos?

Tudo começa antes da chegada do bebê ao lar.

Os gatos fazem um uso constante de seu sentido da audição e do olfato, toda a sua vida está condicionada e dirigida por esses estímulos. A preparação para a chegada do bebê deve começar durante a gravidez da mãe.

  • Os pais devem definir a estratégia e a rotina que terá em atenção ao gato com a chegada do bebê. Começar a aplicá-la com meses de antecedência ao vencimento.
  • Se a sua decisão é que o gato restringa sua permanência em lugares que antes eram comuns, você deve treiná-lo desde antes premiando a obediência através da recompensa no momento.
  • você Deve ir adaptando o ouvido do gato ao choro do bebê, para isso você pode utilizar gravações com tons suaves, que depois pode ir aumentando.
  • O olfato do gato que treiná-lo aproximando-se dos cheiros de sabonetes, colônias e outros produtos que gastar no cuidado do bebê.
  • É conveniente habilitarle vários espaços que sirvam para o descanso, de preferência altos, escuros e com almofadas.
  • Os objetos do bebê devem ser introduzidos gradualmente e irlos localizadas em lugares que sejam comuns para o gato.
  • As feromonas lhe servem ao gato para marcar seu território, uma das vias para atenuar o efeito dos itens associados com o cuidado do bebê, é o emprego de preparações comerciais de feromonas tanto em forma de spray como difusor. É seguro e não causa nenhum efeito nocivo, nem sobre os objetos, nem sobre as pessoas.

Uma vez nascido o bebê…

  • Ao chegar o recém-nascido para a casa deve estar disponível para atender o gato a pessoa mais afetiva e reconhecida pelo gato.
  • O primeiro encontro entre bebês e gatos deve ser natural, e sempre supervisionada por um adulto. A adaptação deve ser gradual e acompanhada de estímulos positivos.
  • Respeitar a rotina de atenção ao gato uma vez que o recém-nascido já está em casa.
  • Quando o bebê ainda está no hospital, você pode ir levando cobertores, fraldas e outros objetos que lhe permita identificá-lo como um membro do agregado familiar.
  • Manter observação sobre os indícios de reação alérgica ou respiratória do bebê e consultar o médico ao menor sintoma.
  • As unhas do gato devem permanecer curtas para evitar arranhões.
  • Observar o comportamento do gato e se evidência de sintomas de stress para mantê-lo longe do bebê.
  • Extremo cuidado ao limpar a caixa de areia, use luvas e não permita que o bebê quando ele começar a engatinhar entre em contato com essa área.
  • Cuidar das medidas de higiene em casa.

O bebê e gato podem ser muito bons amigos, mas com a necessária preparação, paciência, prudência e cuidado.