Esqueleto do gato: aparelho ou sistema locomotor I

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Autor: Lidia Rosell. Graduada pt Veterinária Deja un comentario

nesta página sobre gatos

  • 1.1.1 Dentadura del gato
  • 1.1.2 Columna vertebral
  • 1.2 Extremidades anteriores
  • 1.3 Extremidades posteriores
    • 3.1 Mais informações sobre gatos, água, cuidados…

    neste artigo falamos do esqueleto do gato , do ponto de vista de sua locomoção, já que certamente alguma vez você ficou fascinado com os movimentos de um gato, a forma como caminhamos, como salta ou a facilidade que têm para cair sobre as quatro patas. Tudo isso é possível graças ao aparelho locomotor ou sistema músculo esquelético desta espécie, composto por um complexo conjunto de músculos, ossos, cartilagens, ligamentos e tendões.

    As principais funções deste sistema, ou aparelho, são o suporte do corpo, a contribuição do movimento e a proteção dos órgãos vitais. A seguir iremos detalhar a conformação e particularidades do sistema esquelético do gato.

    Sistema esquelético do gato

    Podemos dizer que o esqueleto do gato é um esqueleto flexível, constituído por ossos leves. Isso permite que os felídeos, em geral, fazer os movimentos característicos desta família.

    Para facilitar a compreensão do sistema de esqueleto do gato vamos dividir nas seguintes regiões: cabeça e coluna vertebral, membros anteriores e os membros posteriores, destacando-se o mais significativo de cada uma delas.

    Cabeça e coluna vertebral

    Os gatos têm um crânio grande, arredondado e com fossas temporais amplas, as mandíbulas bem inseridas e de estrutura forte.

    Dentadura del gato

    A dentadura este animal se constitui por 30 peças dentárias com a seguinte distribuição:

    Ao nascer, não têm dentes, estes começam a aparecer sobre os 15 dias, completando desta dentição sobre a oitava semana. É importante saber que esta primeira dentição temporária, como os humanos. Posteriormente, entre o sexto e o décimo mês, alcançam todas as peças que compõem a sua dentição definitiva.

    Os dentes do gato são caracterizados basicamente um grande desenvolvimento dos dentes, os incisivos são reduzidos e os pré-molares muito adaptados a partir do ponto de vista funcional.

    Dentição na idade adulta: 2 (I 3/3 C 1/1 P 3/2 M 1/1) = 30

    Columna vertebral

    A coluna vertebral é a base óssea da região dorsal do gato, que se estende desde a cabeça até a cauda do animal. Nesta espécie é composta por cerca de 50 vértebras, que se classificam em: 7 cervicais, 13 torácicas, 7 lombares, 3 sacras e entre 20 e 24 coccígeas. Uma característica importante é a união entre as vértebras, muito mais flexível do que em outras espécies.

    As duas primeiras vértebras cervicais, as mais próximas ao crânio, apresentam uma morfologia diferente do resto e recebem o nome de atlas e axis, respectivamente. As vértebras torácicas é importante reconhecer a vértebra anticlinal, ou seja, a base a partir da qual as apófises espinhosas mudam sua direção, que corresponde ao número 11. O osso sacro, integrado por três vértebras, apresenta uma forma peculiar, sendo curto, largo e quadrangular. O número de vértebras caudais, ou coccígeas depende do indivíduo, embora geralmente entre 20 e 24 peças formando o que conhecemos como a cauda, a qual confere a este animal de um invejável equilíbrio.

    quanto ao esqueleto do gato relacionado com as costelas, existem tantas como vértebras torácicas, portanto, o gato apresenta 13 pares, com uma morfologia curva e cilíndrica.

    Extremidades anteriores

    Os ossos que compõem esses membros torácicas, no total, 41, podemos agrupá-los em:

    • Ossos do carpo: Integrado por 7 ossos. Na fileira proximal do osso intermediorradial, o carpocubital e o acessório do carpo, e na fileira distal dos ossos ilírios 1°,2°,3° e 4°.
    • Ossos do metacarpo: descreve 5 metacarpianos, sendo o menor de todos, o 1° e os mais desenvolvidos, o 3° e 4°.
    • Ossos dos dedos da mão: Falanges proximal, média e distal, ossos do total proximais e distais.

    nesta parte do esqueleto do gato podemos destacar suas clavículas, as quais apresentam uma forma de arco ósseo de 2-5cm. Esses ossos não estão ligados de forma rígida a outros ossos, mas por ligamentos e músculos, dando a esta espécie de uma grande mobilidade em suas patas dianteiras.

    Extremidades posteriores

    assim como na seção anterior, vamos organizar os ossos dos membros pelvianos em diferentes alíneas, destacar também que, no total, é constituída por 39 ossos:

    • Ossos do tarso: Integrado por o talo ou astrágalo, o calcâneo, osso central do tarso e os ossos tarsianos 1º, 2º, 3º e 4º.
    • Ossos do metatarso: Composto por ossos metatarsianos 2º, 3º, 4º e 5º.
    • Ossos dos dedos do pé: Falanges proximal, média e distal, ossos do total proximais e distais. Falanges semelhantes aos seus homólogos no membro torácico, de igual morfologia e significado funcional.

    Cabe ressaltar o esqueleto do gato que o metatarso 1º é rudimentar e sem falanges, por esse motivo, alguns autores descrevem apenas 4 dedos nas patas traseiras do gato e não 5 como as patas dianteiras.